Vacinas

Por Claudia Lobo César

As dificuldades escolares podem ser devido a vários fatores como: transtornos orgânicos, fatores emocionais, sócio-ambientais e finalmente por transtornos escolares (de origem biológica, transtornos do neurodesenvolvimento).

Veja alguns exemplos:

– Fatores escolares: pode acontecer em função da não adaptação com o método de ensino, condições inadequadas da sala e despreparo do professor.

– Fatores domiciliares: falta de estímulo por parte dos pais, alcoolismo, drogadicão, violência doméstica, cobrança exagerada por parte dos pais, nascimento de um irmão, separação etc.

– Fatores emocionais: ansiedade, depressão, bulling.

– Fatores orgânicos: dificuldades sensoriais (audição e visão), hipotireoidismo, distúrbios do sono, epilepsia (crises de ausência), doenças crônicas como asma grave que leva à faltas excessivas na escola etc.

– Transtornos do neurodesenvolvimento: TDHA, dislexia, discalculia e disgrafia. Nessa esfera há uma interação de fatores genéticos, epigenéticos, e ambientais.

De acordo com alguns estudos científicos as dificuldades de aprendizagem são frequentes, podendo atingir até 20% das crianças.

O diagnóstico de uma criança que não aprende, envolve a participação de uma equipe multidisciplinar e profissionais experientes e necessita de várias técnicas de avaliação conduzidas nas áreas da saúde e da educação, realizadas conjuntamente, para um planejamento terapêutico adequado.

Mas, o que quero chamar atenção aqui é para nunca atrasar o diagnóstico e tratamento uma vez que as dificuldades escolares causam um estresse tóxico tanto para as crianças quanto para os pais e professores. A auto-estima da criança cai muito e atrás desta baixa auto-estima vários outros problemas podem ser desencadeados na esfera emocional.

Por isso, antes de qualquer julgamento inadequado é preciso investigar para então fazer o diagnóstico correto evitando assim um desfecho pior. É muito importante as escolas exigirem dos pais, antes da criança começar a ser alfabetizada, uma avaliação auditiva e visual, mas  principalmente mas um check-up com o pediatra que vai atrás de patologias orgânicas.

É isso. Espero ter ajudado.

 

Caso queira falar comigo, estou por aqui: claudia@labene.com.br

No nosso canal do Youtube tem um vídeo completo sobre o tema, corre lá!
https://bit.ly/2BSskhp

Até breve.

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Dra. Vanessa Cesar Geovanini  

Pediatra – LABENE Clínica e Vacinas

O pré-natal pediátrico é uma consulta muito especial, uma vez que consiste em um primeiro encontro entre o pediatra e os futuros pais e familiares do bebê que vai nascer. É preferível que essa consulta ocorra nos últimos meses de gestação, porém, nada impede que seja realizada em qualquer outro estágio da gravidez.

A finalidade primordial desse primeiro encontro é o acolhimento da família, na qual o pediatra vai se disponibilizar a ajudar no manejo dos inúmeros anseios acerca do nascimento do bebê.

Durante essa consulta, o pediatra também poderá identificar as gestações de maior risco, como o aumento da pressão arterial, diabetes, exposição a certos tipos de medicamentos, susceptibilidade a algumas infecções e, dessa maneira, se programar para o atendimento adequado do recém-nascido exposto a tais situações.

Atualmente, sabemos que as infecções maternas adquiridas durante a gestação inserem o bebê num ambiente inflamatório que pode repercutir no seu desenvolvimento e predispor a malformações e a algumas doenças como autismo, esquizofrenia e psicose. Sendo assim, é uma condição que deverá alertar o pediatra para a identificação precoce dessas alterações.

Outras questões abordadas na consulta incluem os primeiros cuidados do bebê ao nascer, o suporte ao aleitamento materno, informações sobre as vacinas e as diferenças dos calendários vacinais propostos pela rede pública e rede privada, garantia da segurança da casa e do quarto do bebê, planejamento das rotinas de banho, sono, higiene oral e do coto umbilical, vestimenta adequada, explicações sobre a importância das medicações que previnem anemia e hipovitaminose D nos primeiros anos de vida e instrução dos pais para a identificação e manejo de situações de risco como engasgos, quedas, presença de febre, mudanças súbitas de comportamento, entre outros.

Dentre os assuntos citados acima, um que merece sempre muita atenção são as questões relacionadas à amamentação. Transcorrer sobre a importância do aleitamento materno continua sendo enfoque diário e persistente da prática pediátrica.

Várias razões justificam essa postura. Para ilustrar e reforçar a excelência desse alimento exemplifico as mudanças que ocorrem no leite produzido pela mãe conforme a idade gestacional do bebê: o recém nascido que é prematuro tem acesso a um leite mais rico em gordura do que o leite que é produzido para alimentar o bebê nascido a termo.

Uma vez absorvida essa ideia, podemos desmistificar a existência do “leite fraco”, tão difundida culturalmente e que priva o binômio mãe/bebê de umas das experiências mais afetivas vividas durante a maternidade.

Vale ressaltar que todo recém-nascido deve ser mantido na posição ereta após as mamadas por aproximadamente 20 minutos, independente da presença do arroto. Essa medida minimiza a presença das regurgitações, que podem ser interpretadas erroneamente como vômitos. O retorno do leite do estômago para a cavidade oral é chamado de refluxo gastroesofágico e pode ser considerado normal mesmo quando ocorrem várias vezes ao dia.

Porém, se as regurgitações estiverem associadas à irritabilidade na hora de mamar, recusa das mamadas ou perda de peso, pode sinalizar a presença da doença do refluxo, que deverá ser tratada com medicação específica.

Outro assunto pouco abordado nas consultas pediátricas de rotina, mas que se destaca nas consultas do pré-natal pediátrico diz respeito à prevenção de acidentes.

Sabe-se que o próprio lar da criança é o local onde ocorre a maioria desses acidentes, sendo o berço o grande vilão na faixa etária do 0 aos 6 meses. Portanto, deve-se dar muita atenção às especificações firmadas pelo INMETRO.

Além disso, certifique-se de não deixar próximo às crianças objetos que possam lhe causar danos como, por exemplo, travesseiros fofos, fios de telefone, sacolas plásticas, objetos pequenos ou pontiagudos.

Não consumir bebidas quentes com a criança no colo e tomar cuidado com a temperatura da água do banho também são recomendações fundamentais.

Sabemos que o nascimento de uma criança traz muita alegria e momentos enriquecedores e felizes, mas também traz consigo uma infinidade de dúvidas e anseios e nós, pediatras, acreditamos que esse primeiro contato com a família seja de suma importância para assegurar que essa experiência seja vivida plenamente, livre de angústias e pesos emocionais.

 

 

MEU BEBÊ TEM 2 MESES – E AGORA?                                                                                                                    

Resultado de imagem para bebe 2 meses fotosAgora começa uma nova fase, toda atenção que você der receberá como compensação lindos sorrisos que vão te emocionar e fazer você esquecer as noites mal dormidas.

Nesta idade o bebê consegue dormir períodos um pouco maiores à noite, porém ainda interage pouco e dorme em torno de 15 horas por dia.

O interesse por desenhos com padrões e formas mais complexas começam a atrair a atenção e começa a necessidade de observar e tocar mais objetos. Torna-se interessante o bebê ter brinquedos de plástico e macios. Os movimentos começam a ficar um pouco mais coordenados e tem início a capacidade de pegar objetos.

Cada bebê se desenvolve de uma maneira seguindo seu próprio ritmo, estas são referências de uma etapa que seu bebê deverá alcançar ou agora ou em pouco tempo.

No caso dos bebes prematuros, o tempo para o desenvolvimento deve ser um pouco maior e é por isso que os pediatras usam duas idades para os prematuros. Uma é a idade cronológica que é aquela calculada pela data do nascimento e a outra é a idade corrigida, que é calculada como se o bebê tivesse nascido quando a gestação completaria 40 semanas.

Então, para que você tenha uma referência melhor para o acompanhamento do seu bebê você deve utilizar a idade corrigida e não a cronológica.

É indispensável que a avaliação do desenvolvimento do bebê seja feita por pediatra, porém aos 2 meses é comum o bebê:

  • Sustentar a cabeça;
  • Manter a cabeça, o pescoço e a parte superior do peito, apoiando-se nos antebraços durante uns segundos;
  • Responder com um sorriso e demonstrar satisfação mexendo as pernas e braços se falarem com ele ou fizerem carinho;
  • Emitir sons e gesticular.

É muito importante que o bebê seja estimulado com objetos, figuras coloridas, móbiles, etc. Olhar diretamente para os olhos do bebê em curta distância, sorrir, fazer careta, cantar, conversar com o bebê, repetir os sons que ele faz, são estímulos importantes para que o seu bebê tenha uma melhor desenvolvimento.

Massagear a pele do bebê, deitar o bebê de costas e fazer movimentos como os braços para cima e para baixo também são estímulos importantes.

Aos dois meses de idade o ideal é que a alimentação seja exclusivamente o leite materno, pois o leite materno funciona como uma vacina, protegendo o bebê de diversas infecções. Quando amamentado pela mãe o bebê não necessita complementação com água, uma vez que o leite materno fornece toda hidratação que o bebê necessita.

Em geral os bebês com 2 meses costumam ganhar 750 g de peso por mês. Se o seu estiver muito distante desta média você deve conversar com o pediatra.

Aos 2 meses já tem início o programa de vacinação para evitar o aparecimento de doenças que podem ser prevenidas com as vacinas.

   

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VACINAS – A GRANDE DESCOBERTA

A medicina tem tido um progresso constante, com a intenção de melhorar a qualidade de vida das pessoas e também prolongar sua expectativa de vida.

Se analisarmos os avanços vamos observar que provavelmente a primeira grande descoberta foram os antibióticos, cuja ação evitou e continua a evitar a morte de milhões de pessoas.

Podemos considerar que a segunda grande descoberta, pela sua importância, foram as vacinas, um método simples de evitar o aparecimento das doenças infecciosas, evitando desta maneira, em muitos casos, até o uso de antibióticos. Sem contar a proteção contra doenças altamente letais como a meningite.

As vacinas provocam a produção de anticorpos contra determinados vírus ou bactérias através da utilização de versões atenuadas ou mortas ou fragmentadas destes microrganismos.

Desta forma as vacinas funcionam porque nosso sistema de defesa (sistema imunológico) “lembra” do agente utilizado na vacina e quando o encontra novamente responde de forma mais rápida e mais eficaz, porque já está preparado para isto.

Este mesmo mecanismo explica por que as pessoas têm certas doenças apenas uma vez na vida. Porque o primeiro contato com determinados agentes infecciosos faz com que o organismo desenvolva uma defesa que fica na sua memória (semelhante ao da vacinação) e, quando em contato novamente com o mesmo agente,  esta defesa já está preparada e sua ação é imediata, impedindo o desenvolvimento daquela doença.

Um exemplo claro da eficiência da vacinação é o controle da paralisia infantil no Brasil. Esta doença se alastrou pelo mundo todo, causando danos irreversíveis nas crianças. Com uma simples gotinha, pela boca, foi possível controlar o aparecimento de novos casos na nossa população. Um método simples, porém com um poder de resolução enorme. Para quem não acredita na eficiência das vacinas, este deve servir como o melhor exemplo. Outro exemplo é a vacina contra a varíola. Também não ouvimos mais falar de varíola no Brasil.

Todos sabem que as crianças devem ser vacinadas para que fiquem com suas defesas prontas para evitar doenças. Porém poucos sabem que os adultos também devem ser vacinados contra uma série de doenças e que os adultos, assim como as crianças, tem um calendário próprio de vacinação.

Apesar de todos os dados técnicos sobre o assunto, frequentemente vemos via internet manifestações ou correntes contra a utilização das vacinas, com invencionices sem nenhum fundamento científico com intuito de convencer as pessoas a não fazer uso de determinadas vacinas. Se você receber algo parecido em seu e-mail ou Facebook e ficar em dúvida, antes de tomar alguma decisão converse com seu médico, ele saberá lhe orientar.

A vacinação é a maneira mais segura de se evitar determinadas doenças. A vacinação é um método seguro e rápido para proteger nossa saúde.

Na sua próxima consulta não deixe de perguntar ao seu médico quais vacinas você deve receber. Não perca a oportunidade de se proteger.

Entrevista com o Dr. André Luis Ferreira dos Santos, Ginecologista e Presidente da SOGESP – Vale do Paraíba, que contempla as informações essenciais sobre a vacinação contra o HPV.

A Labene Clínica e Vacinas está à disposição para esclarecer suas dúvidas.

CALENDÁRIOS DE VACINAS 2015

Bebe feliz

Um conjunto de orientações específicas para cada faixa etária e também visando à saúde do trabalhador exposto a riscos.

Os calendários contemplam também as vacinas disponibilizadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI)

 

 

 

 

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