Pediatria

No dia 02 de maio, a médica pediatra, imunologista e alergista Dra. Claudia Lobo Cesar, da Labene Clínica e Vacinas @labenevacinas, participou de uma live sobre Maus Tratos na Infância junto com a psicóloga Rachel Cesar @setting_terapeutico, mestre em Psicologia do Desenvolvimento, que falou diretamente de Portugal.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

As duas profissionais explicaram como identificar os sinais de maus tratos nas crianças e ressaltaram as consequências disso ao longo do desenvolvimento.⠀⠀⠀⠀

Para quem perdeu a live ou tem interesse no assunto, ela está gravada no canal do Setting Terapêutico no Youtube. Confiram!

Parte I: https://www.youtube.com/watch?v=aTiwiuqe6FA

Parte II: https://www.youtube.com/watch?v=lzoTyDAcClw

#LabeneClínicaeVacinas #labeneclínicaevacinas #pediatraclaudialobocesar #pediatria #pediatriacomamor #settingterapeutico #maioamarelo #livemaustratosnainfância #depressãoinfantil #maustratosnão #Itatiba #brasil #portugal #psiquiatria #psicologia #infância #prevenção #fiqueemcasa

Uma pesquisa recente do King’s College (Londres), feita com mais de 125 mil crianças e adolescentes entre 6 e 19 anos, mostrou que o uso do celular à noite piora a qualidade do sono, causa obesidade e até depressão. A luz das telas diminui a produção de melatonina, hormônio que faz a gente ter vontade de dormir. Portanto, esse é um daqueles momentos em que você precisa criar regras: nada de telas (no mínimo uma hora) antes de deitar. De preferência, não coloque uma TV no quarto do seu filho e jamais permita que ele leve seus gadgets para a cama. Essa também é uma maneira de unir a família. Pense nisso e coloque em prática, com certeza você irá colher bons resultados.

Você pode até dizer que precisa do celular para ficar conectado nas Redes Sociais por conta do trabalho ou mesmo para se distrair depois do dia estressante, mas quem nunca ficou com esse aparelhinho na mão por minutos ou até horas sem fazer nada de extremamente necessário e/ou produtivo? Isso é bastante comum nos dias de hoje.

É crescente também o número de crianças e adolescentes que se queixam de saudades dos pais e que eles não brincam mais. O brincar pode ser uma das melhores formas de conexão com sua família.

Pense sobre isso, conecte-se ao que realmente importa, tem gente solicitando a sua amizade dentro de casa.

Por Claudia Lobo César

As dificuldades escolares podem ser devido a vários fatores como: transtornos orgânicos, fatores emocionais, sócio-ambientais e finalmente por transtornos escolares (de origem biológica, transtornos do neurodesenvolvimento).

Veja alguns exemplos:

– Fatores escolares: pode acontecer em função da não adaptação com o método de ensino, condições inadequadas da sala e despreparo do professor.

– Fatores domiciliares: falta de estímulo por parte dos pais, alcoolismo, drogadicão, violência doméstica, cobrança exagerada por parte dos pais, nascimento de um irmão, separação etc.

– Fatores emocionais: ansiedade, depressão, bulling.

– Fatores orgânicos: dificuldades sensoriais (audição e visão), hipotireoidismo, distúrbios do sono, epilepsia (crises de ausência), doenças crônicas como asma grave que leva à faltas excessivas na escola etc.

– Transtornos do neurodesenvolvimento: TDHA, dislexia, discalculia e disgrafia. Nessa esfera há uma interação de fatores genéticos, epigenéticos, e ambientais.

De acordo com alguns estudos científicos as dificuldades de aprendizagem são frequentes, podendo atingir até 20% das crianças.

O diagnóstico de uma criança que não aprende, envolve a participação de uma equipe multidisciplinar e profissionais experientes e necessita de várias técnicas de avaliação conduzidas nas áreas da saúde e da educação, realizadas conjuntamente, para um planejamento terapêutico adequado.

Mas, o que quero chamar atenção aqui é para nunca atrasar o diagnóstico e tratamento uma vez que as dificuldades escolares causam um estresse tóxico tanto para as crianças quanto para os pais e professores. A auto-estima da criança cai muito e atrás desta baixa auto-estima vários outros problemas podem ser desencadeados na esfera emocional.

Por isso, antes de qualquer julgamento inadequado é preciso investigar para então fazer o diagnóstico correto evitando assim um desfecho pior. É muito importante as escolas exigirem dos pais, antes da criança começar a ser alfabetizada, uma avaliação auditiva e visual, mas  principalmente mas um check-up com o pediatra que vai atrás de patologias orgânicas.

É isso. Espero ter ajudado.

 

Caso queira falar comigo, estou por aqui: claudia@labene.com.br

No nosso canal do Youtube tem um vídeo completo sobre o tema, corre lá!
https://bit.ly/2BSskhp

Até breve.

 

Colar de âmbar pode trazer riscos para as crianças, diz estudo

Você sabe o que é o colar de âmbar? Se ainda não o conhece, é bem provável que já tenha visto algum bebê utilizando a peça em fotos na internet ou até mesmo nas ruas. O acessório é feito com pedrinhas de âmbar, uma resina vegetal que virou fóssil há aproximadamente 50 milhões de anos. Esse material, muito encontrado na região dos países Bálticos (norte da Europa), tem como princípio ativo o ácido succínico, substância que, segundo estudos químicos, fortalece o sistema imunológico, estimula o sistema nervoso e melhora a atividade cerebral. Por conta disso, e também por acreditarem que ele funciona como analgésico e anti-inflamatório natural, amenizando dores da fase de dentição e as cólicas, muitas mães decidiram usar o colar em seus bebês.

Durante a pesquisa, os pediatras aplicaram uma força em diversos modelos do colar, simulando uma situação em que a peça estaria estrangulando a criança. Como resultado, alguns colares acabaram cedendo e arrebentando, enquanto outros, não. “O maior perigo do colar é que ele pode sufocar a criança. Mas ele também pode se romper, fazendo com que a criança coloque as peças na boca, o que traz um risco de sufocamento por ingestão”, explica a pediatra Renata Rodrigues Aniceto, membro do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Artigo divulgado pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Para saber mais acesse http://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/colar-de-ambar-pode-trazer-riscos-para-as-criancas-diz-estudo/

Iniciar conversa
1
Olá, como podemos te ajudar?