Meningite

Previne contra meningites e infecções generalizadas (doenças meningocócicas) causadas pela bactéria meningococo dos tipos A, C, W e Y. As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) indicam o uso rotineiro dessa vacina para crianças, adolescentes e adultos.

Para crianças, a imunização deve começar aos 3 meses de idade com duas doses no primeiro ano de vida e reforços aos 12 meses, 5 anos e 11 anos de idade. Para adolescentes que nunca receberam a vacina meningocócica conjugada quadrivalente – ACWY, são recomendadas duas doses com intervalo de cinco anos. Para adultos, dose única.

Esta vacina é encontrada apenas na rede privada. Na impossibilidade de usar a vacina ACWY, deve-se utilizar a vacina meningocócica C conjugada.

A administração da vacina meningocócica ACWY (conjugada) deve ser adiada em indivíduos que estejam com doença febril aguda. A presença de uma infecção menor não é uma contraindicação.

A vacina meningocócica B previne meningites e infecções generalizadas (doenças meningocócicas graves) causadas pela bactéria meningococo do tipo B.

Conforme recomendações das sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e Imunizações (SBIm), é indicada para crianças, adolescentes e adultos até 50 anos. Dependendo do risco epidemiológico, para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença e também para pessoas de qualquer faixa etária com patologias com maior susceptibilidade para a doença meningocócica.

Ocorre em todo o mundo como uma doença endêmica apesar de que no Brasil é mais comum no final do inverno. Cerca de 50% da população pode ser portador da bactéria, sem manifestar doença, em alguma época da vida. A Meningite é causada pela bactéria Neisséria Meningitidis (NM), causa mais comum de meningite no Brasil ainda é a viral. A doença meningocócica nem sempre é acompanhada por meningite.

Pode variar desde uma febre transitória até uma doença fulminante que pode levar a morte em poucas horas. A meningite é a principal manifestação (70%), já a meningococcemia fulminante ocorre em apenas 4% dos casos.

Na doença meningocócica com bacteremia isolada. O início pode ser lento como qualquer outro quadro infeccioso, não específico porém o mais comum é um quadro súbito com febre alta, calafrios, dores musculares, dores nas pernas, mãos e pés frios, prostração e manchinhas bem vermelhas(petequeias) ou roxas na pele (púrpura).

Quando ocorre a meningite os sintomas são idênticos aos sintomas apresentados por outras bactérias. Neste caso ocorrem os vômitos em jato e a dor de cabeça, rigidez de nuca e alteração da consciência com grande prostração.

A criança também pode ficar muito irritada e apresentar convulsões. Muitas vezes os sintomas característicos demoram um pouco para aparecer, dificultando o diagnóstico precoce.

A incidência é maior no final do inverno mais pode ocorrer em qualquer época do ano. A rigidez de nuca assim como outros sinais de irritação meníngea estão presentes na meningite por meningococo mas não na bacteremia sem meningite portanto não afasta a doença meningocócica. E outro ponto importante é que nas crianças abaixo de 2 anos, mesmo na presença da meningite esses sinais são difíceis de avaliar.

No bebê que ainda tem fontanela, o exame da mesma pode ajudar muito, uma vez que provavelmente vai estar tensa e abaulada. Sequelas podem ocorrer em 19% dos sobreviventes e incluem perda auditiva, amputação de membros, sequelas neurológicas e cicatrizes cutâneas.

O tratamento é hospitalar com antibiótico por Via endo-venosa por 7 dias, ou mais dependendo de cada caso em particular. Existem 12 sorotipos de meningococo porém 5 destes se destacam (A, B, C, Y, e W) pela maior gravidade, e prevalência, que variam de região geográfica e idade.

Segundo dados do Sereva Em Santa Catarina predomina o sorotipo W. Em crianças menores de 5 anos predomina a meningite pelo sorotipo B (em torno de 60%). O sorotipo C predomina mais nos não vacinados. No Estado de São Paulo a prevalência do sorotipo B é em torno da mesma prevalência do sorotipo C. A vacina contra o meningococo C esta na rede pública desde 2010 e desde 2000 na rede particular. Os níveis de anticorpos protetores não duram mais do que 5 anos e sendo uma doença agressiva e de rápida evolução precisamos de altos níveis de anticorpos protetores.

Pela característica da doença meningocócica como rápida evolução, gravidade e alta taxa de mortalidade fazem com que a prevenção através de vacinas seja de fundamental.

O Ministério da Saúde recomenda e disponibiliza gratuitamente a vacina meningocócica C conjugada (MenC) para crianças menores de cinco anos (até 4 anos, 11 meses e 29 dias) e adolescentes de 11 a 14 anos. Rotina: 3 doses – aos 3, 5 e 12 meses de idade. Crianças de um a quatro anos de idade não vacinadas: uma dose. Reforço ou dose única para adolescentes de 11 a 14 anos.

Dra. Cláudia Lobo César

Veja o vídeo no nosso Canal do Youtube 

Em São José do Rio Preto, Mogi das Cruzes, Votuporanga são algumas das cidades que apresentaram aumento significativo de casos de meningite, além de outros Estados do país que também mostram preocupação com o número de registros.

Existem vários agentes que podem causar meningite, entre eles vírus e bactérias. De maneira geral, os principais sinais e sintomas da meningite são febre alta, dor de cabeça e vômito. No caso da doença meningocócica, surgem também manchas avermelhadas pelo corpo. Infelizmente, a meningite ainda é uma doença bastante comum e que pode levar o doente a óbito ou a sérios danos no cérebro, deixando sequelas.

O tipo de tratamento depende do agente que causa a doença: vírus, bactéria, fungos, parasitas, entre outros. Nas meningites bacterianas é importante conhecer o tipo de bactéria envolvida de forma a possibilitar o tratamento correto.

As vacinas disponíveis para proteção contra a meningite são: Tetravalente (DTP+ Hib – Haemophilus Influenzae tipo B) ou Pentavalente (Tetravalente + Hepatite B) para crianças menores de quatro anos; Pneumo 10 (meningites e doenças graves causadas pelo pneumococo) e Meningo C (meningites e meningococcemias causadas pelo meningococo do tipo C) para crianças menores de 2 anos. As doses estão disponíveis em todos os postos de saúde e são aplicadas de acordo com o calendário vacinal.

O Ministério da Saúde orienta que para a prevenção é importante redobrar os cuidados com higiene e limpeza, além de procurar assistência médica com urgência sempre que houver algum sinal ou sintoma suspeito.

Fonte: http://gujsp.com.br/numero-de-casos-de-meningite-preocupa-em-todo-estado-de-sp/

MENINGITE TEMPO DE PREVENIR

 

A meningite é uma inflamação que acomete as meninges, membranas que envolvem e protegem o cérebro, a medula espinhal e outras partes do sistema nervoso central.

 

É uma doença que habitualmente exige muita atenção, pois muitas vezes pode se apresentar em forma muito grave.

 

A meningite é transmitida pelas vias respiratórias como gotículas e secreções da naso e orofaringe (nariz e boca).

 

As meningites são causadas mais frequentemente por vírus ou bactérias, sendo que aquelas causadas por vírus tem uma evolução melhor, pois são menos agressivas, porém as bacterianas costumam ser mais graves.

 

A meningite viral apresenta sintomas parecidos com os da gripe como febre, dor de cabeça, mal estar e dores no corpo, cujo diagnóstico correto e precoce podem evitar complicações com o tratamento sintomático, já que não existe tratamento específico.

 

A meningite bacteriana é mais comumente causada pelas bactérias meningococos, pneumococos e hemófilos. Se não identificada com rapidez e tratada da forma correta pode deixar sequelas, uma vez que toda infecção que acomete o sistema nervoso central é considerada grave uma vez que pode causar danos como: paralisia motora, cegueira, surdez, demência, epilepsia.

 

Além disso, a infecção pelo meningococo (bactéria que frequentemente causa meningite) pode causar infecção generalizada.

 

Os sintomas mais habituais da meningite bacteriana são: febre alta, mal estar, vômitos, dor forte de cabeça e no pescoço, dificuldade para encostar o queixo no peito e, às vezes, manchas vermelhas espalhadas pelo corpo. Nos bebês, é importante atenção para a moleira, que fica elevada.

 

É importante que se diga que a meningite bacteriana é totalmente curável, porém para que se tenha um bom resultado no tratamento é fundamental que o diagnóstico seja feito o mais rápido possível e o tratamento iniciado de forma correta e em curto espaço de tempo.

 

O meio mais eficaz para se evitar a meningite é a vacinação. Hoje existem disponíveis vacinas contra os Meningococos tipo A, B, C, W e Y, Haemophylus influenzae b e Pneumococos, e estas vacinas podem ser aplicadas em crianças já a partir de 2 meses de idade e também em adolescentes e adultos.

 

É fundamental que os adultos se vacinem uma vez que eles são os principais transmissores da doença para as crianças. É cada vez mais comum conviver em aglomeração, como em festas. E os espaços fechados com acúmulo de pessoas são propícios para a transmissão de qualquer bactéria e vírus da meningite.

 

As principais complicações das meningites bacterianas são: perda da audição, distúrbio de linguagem, retardo mental, anormalidade motora e distúrbios visuais.

 

Previna-se contra a meningite, proteja sua família, proteja suas crianças. Converse com seu médico, converse com a LABENE.

 

Existem diferenças entre as vacinas da rede pública e as da rede particular?

 Em primeiro lugar é necessário deixar muito claro que ambas são muito seguras e fornecem uma boa proteção imunológica. Porém, não são totalmente iguais, e as da rede particular fornecem mais benefícios individuais do que as da rede pública, conforme descreveremos a seguir.

As diferenças ocorrem porque cabe ao sistema público vacinar o indivíduo com foco na saúde coletiva enquanto cabe ao sistema privado vacinar o indivíduo com foco na proteção individual

A vacina TRÍPLICE BACTERIANA (difteria/coqueluche/tétano); na rede particular a vacina tem um formulação diferente daquela da rede pública e por isto provoca bem menos reações e com intensidade menor.

A vacina ROTAVÍRUS na rede pública é a monovalente, que protege apenas contra um sorotipo de Rotavirus, mas oferece proteção cruzada contra outro sorotipo e é dada em 2 doses, na rede privada a vacina Rotavirus é Pentavalente, portanto atua na proteção contra 5 sorotipos diferentes de vírus e é feita em 3 doses, portanto confere mais proteção ao bebê.

As vacinas contra MENINGITE tem uma grande diferença, uma vez que na rede pública a vacina oferecida é somente contra a Meningite C enquanto na rede privada existe a disponibilidade da vacina contra meningite A, C, W, Y, fornecidas em uma aplicação (ACWY) e a vacina contra a meningite B. A importância destas vacinas reside no fato de que tem sido observado aumento na proporção de casos de doença meningocócica pelos sorotipos B e W em muitos países, inclusive o nosso.  Além disso, em muitos países o risco de infecção pelos tipos B, A, W e Y é maior que no Brasil, de modo que esta vacina se torna a melhor opção para viajantes.

A vacina Haemophilus tipo B é idêntica na rede pública e na rede particular, porém a diferença está em que na rede privada é oferecida uma dose a mais, garantindo ainda mais a proteção das crianças.

A vacina PNEUMCÓCICA (Pneumo 10 ou Pneumo 13). Na rede pública é fornecida a Pneumo 10, que protege contra 10 subtipos de pneumococos enquanto que a Pneumo 13, disponível somente na rede privada irá proteger contra 13 subtipos de pneumococos.

A vacina contra VARICELA (catapora) tanto da rede pública quanto da rede particular são iguais, porém na rede pública é oferecida apenas uma dose enquanto que na rede particular são oferecidas 2 doses o que confere maior proteção á criança.

A vacina contra a HEPATITE A também, tanto da rede pública quanto da rede particular são iguais, porém na rede pública é oferecida apenas uma dose enquanto que na rede particular são oferecidas 2 doses.

A vacina contra HPV é a quadrivalente tanto na rede pública quanto na privada, porém na rede pública está disponível para meninas de 9 a 13 anos e na rede privada, está disponível para meninas e mulheres de 9 a 45 anos e para meninos e homens de 9 a 26 anos.

A rede particular segue as recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Converse com seu médico, converse com a LABENE.

MENINGITE E INVERNO

 

A meningite é uma inflamação que acomete as meninges, membranas que envolvem e protegem o cérebro, a medula espinhal e outras partes do sistema nervoso central.

É uma doença que habitualmente exige muita atenção, pois muitas vezes pode se apresentar em forma muito grave.

Há necessidade de se permanecer alerta no período de inverno, porque a meningite é transmitida pelas vias respiratórias como gotículas e secreções da naso e orofaringe (nariz e boca). Nos meses frios e secos, as pessoas tendem a se concentrar em ambientes fechados, o que facilita o contágio.

As meningites são causadas mais frequentemente por vírus ou bactérias, sendo que aquelas causadas por vírus tem uma evolução melhor, pois são menos agressivas, porém as bacterianas costumam ser mais graves.

A meningite viral apresenta sintomas parecidos com os da gripe como febre, dor de cabeça, mal estar e dores no corpo, cujo diagnóstico correto e precoce podem evitar complicações com o tratamento sintomático, já que não existe tratamento específico.

A meningite bacteriana é mais comumente causada pelas bactérias meningococos, pneumococos e hemófilos. Se não identificada com rapidez e tratada da forma correta pode deixar sequelas, uma vez que toda infecção que acomete o sistema nervoso central é considerada grave uma vez que pode causar danos como: paralisia motora, cegueira, surdez, demência, epilepsia.

Além disso, a infecção pelo meningococo (bactéria que frequentemente causa meningite) pode causar infecção generalizada.

Os sintomas mais habituais da meningite bacteriana são: febre alta, mal estar, vômitos, dor forte de cabeça e no pescoço, dificuldade para encostar o queixo no peito e, às vezes, manchas vermelhas espalhadas pelo corpo. Nos bebês, é importante atenção para a moleira, que fica elevada.

É importante que se diga que a meningite bacteriana é totalmente curável, porém para que se tenha um bom resultado no tratamento é fundamental que o diagnóstico seja feito o mais rápido possível e o tratamento iniciado de forma correta e em curto espaço de tempo.

O meio mais eficaz para se evitar a meningite é a vacinação. Hoje existem disponíveis vacinas contra os Meningococos tipo A, B, C, W e Y, Haemophylus influenzae b e Pneumococos, e estas vacinas podem ser feitas em crianças já a partir de 2 meses de idade e também em adolescentes e adultos.

É fundamental que os adultos se vacinem uma vez que eles são os principais transmissores da doença para as crianças. É cada vez mais comum conviver em aglomeração, como em festas. E os espaços fechados com acúmulo de pessoas são propícios para a transmissão de qualquer bactéria e vírus da meningite.

Previna-se contra a meningite, proteja sua família, proteja suas crianças. Converse com seu médico, converse com a LABENE.

 

MEU BEBÊ TEM 4 MESES – E AGORA?

 

Seu bebê está crescendo e ganhando peso e agora, com 4 meses está mais durinho. Já consegue ficar apoiado nos braços levantando a cabeça com mais facilidade.

Começa a fase dele se encantar com os movimentos dos dedos e ficar observando. É hora também de colocar os dedos na boca.

A socialização torna-se mais nítida, com o bebê reagindo quando chamam o seu nome, já começa a ter preferência por determinados brinquedos, reage quando vê a mamadeira ou o peito.

Tem início também a vocalização e o bebê se diverte ouvindo os próprios barulhos. Surgem as primeiras gargalhadas

Apesar de ele já estar grandinho a recomendação é que se mantenha ainda somente a amamentação com leite materno, ainda é cedo para qualquer aventura com alimentos sólidos. É nesta fase que as mães começam a se organizar para retornar ao trabalho o que acaba atrapalhando a amamentação. Peça orientação ao seu pediatra antes de mudar o hábito de alimentação do seu bebê.

Neste período começam a aparecer as primeiras palavras como “da-da”, “ma-ma”, porém o bebê ainda não consegue ligar estas palavrinhas a pessoas ou objetos.

Progressivamente a comunicação entre você e seu bebê aumenta. Ele responde aos seus estímulos com movimentos do corpo e com expressões faciais. É muito importante que você estimule seu bebê continuamente de forma que ele comece a perceber que você o entende. Converse muito com seu bebê isto fará com que ele tenha um desenvolvimento melhor.

Sempre que possível estimule para que ele se movimente, é uma fase boa para sair para passeios com o carrinho deixando o bebê sentadinho para observar tudo que está a sua volta.

Nesta fase, quando o bebê está deitado fica movimentando as pernas como se desse pontapés, que é um preparo das pernas para caminhar.

Quando colocado suspenso na horizontal, com a barriga para baixo, o bebê fará a extensão da cabeça e do tronco. Isto é um reflexo que vai se tornando mais forte até os 6 meses.

Nunca se esqueça que cada bebê se desenvolve de uma maneira seguindo seu próprio ritmo, estas são referências de uma etapa que seu bebê deverá alcançar ou agora ou em pouco tempo.

Aos quatro meses existem vacinas que devem ser aplicadas. As que são habitualmente aplicadas nesta idade são as vacinas Pentavalente, Rotavirus, Pneumocócica e Meningite ACWY ou Meningite C, preconizadas pela Sociedade Brasileira de Imunização e pela Sociedade Brasileira de Pediatria.

Lembre-se a vacinação é o meio mais seguro de se evitar uma série de doenças. Na dúvida sempre consulte o pediatra.

 A caxumba ou parotidite epidêmica é uma doença infecciosa aguda, causada por um vírus. O principal sinal é o aumento das glândulas salivares (parótidas) em geral dos dois lados.

É importante saber que 30 a 40% das pessoas infectadas tem a infecção inaparente, o que contribui para a disseminação da doença.

A transmissão da caxumba se faz pelo contato direto da pessoa que está infectada com a pessoa que pode pegar a doença por meio de gotículas de secreção que são expelidas quando as pessoas falam ou quando tossem.

O período de incubação da caxumba é em torno de 16 a 18 dias, mas os casos podem ocorrer de 12 até 25 dias após o contato.

A recomendação para que a pessoa portadora de caxumba se distancie das atividades habituais e do convívio social é de 5 dias após o início do aumento da parótida.

Uma das complicações da caxumba é a meningite viral, porém menos de 10% das pessoas infectadas apresentam este quadro.

Uma complicação muito comum na puberdade é a orquite, que é a inflamação aguda ou crônica do testículo, e quando não tratada adequadamente pode levar à esterilidade.

A caxumba costuma se manifestar em forma de surtos epidêmicos em escolas e instituições onde ocorre agrupamento de pessoas, principalmente adolescentes e adultos.

No ano passado (2015), no estado de São Paulo ocorreu um aumento de 82% dos números de casos de caxumba em relação a 2014 sendo que as cidades mais acometidas foram Campinas, Sumaré e Americana. Este ano ainda continuamos a ter notícias de surtos no estado de São Paulo.

Este aumento do número de casos é consequência da falta de vacinação. As pessoas devem verificar se tomaram as duas doses de vacina tríplice viral (MMR – sarampo, rubéola e caxumba). Se receberam somente a primeira dose com 1 ano de idade, então é necessário que seja feita a segunda dose.

Todas as pessoas que receberam menos de duas doses de vacina para caxumba, registradas em caderneta de vacinação, administradas a partir de 12 meses, e com intervalo mínimo de 30 dias entre elas são consideradas suscetíveis a desenvolver a doença.

Segundo o CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DA COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS DA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE a profilaxia (vacinação) pós-exposição está indicada nos comunicantes acima de 12 meses de idade.

Para aqueles que nunca receberam a vacina devem receber duas doses com intervalo de 30 dias.

Os surtos que vêm ocorrendo no estado de São Paulo, não são motivos de alarme, porém são motivos de alerta para que seja feita uma revisão das condições das vacinas tríplices virais e atenção especial para a realização da segunda dose.

Converse com seu médico. Previna-se. Proteja-se. Proteja sua família.

O evento reuniu diversos médicos na última quarta-feira; o objetivo da palestra foi informar sobre os avanços na área de pesquisa da doença
O evento reuniu diversos médicos na última quarta-feira; o objetivo da palestra foi informar
sobre os avanços na área de pesquisa da doença

A doença meningocócica é uma forma potencialmente grave de meningite. Com o objetivo de informar a classe médica sobre os avanços na área de pesquisa da doença, foi realizada em Itatiba, no último dia 1o, a palestra ‘Como melhor proteger a população contra a doença meningocócica’, ministrada pelo médico PhD em Patologia Molecular pela University College London (UCL, Londres), Felipe Lorenzato. O evento foi organizado pela Labene Clínica e Vacinas, com o apoio da Novartis Brasil.

 

Veja matéria completa: clique aqui

 

fontes: JORNAL DE ITATIBA-Diário – Matéria de Sábado, 4 de abril de 2015.

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