HPV

A vacina HPV quadrivalente previne contra o câncer do colo do útero, vulvar e vaginal, lesões pré-cancerosas ou displásicas, verrugas genitais, câncer de cabeça de pênis, anal e infecções causadas pelo papilomavírus humano (HPV) dos tipos 6, 11, 16 e 18.

É indicada para meninas e mulheres entre 9 e 45 anos. Também é recomendada para meninos e homens entre 9 e 26 anos.

Esquema vacinal

1ª dose: na data atual

2ª dose: 2 meses após a primeira dose

3ª dose: 6 meses depois da primeira dose

Existem diferenças entre as vacinas da rede pública e as da rede particular?

 Em primeiro lugar é necessário deixar muito claro que ambas são muito seguras e fornecem uma boa proteção imunológica. Porém, não são totalmente iguais, e as da rede particular fornecem mais benefícios individuais do que as da rede pública, conforme descreveremos a seguir.

As diferenças ocorrem porque cabe ao sistema público vacinar o indivíduo com foco na saúde coletiva enquanto cabe ao sistema privado vacinar o indivíduo com foco na proteção individual

A vacina TRÍPLICE BACTERIANA (difteria/coqueluche/tétano); na rede particular a vacina tem um formulação diferente daquela da rede pública e por isto provoca bem menos reações e com intensidade menor.

A vacina ROTAVÍRUS na rede pública é a monovalente, que protege apenas contra um sorotipo de Rotavirus, mas oferece proteção cruzada contra outro sorotipo e é dada em 2 doses, na rede privada a vacina Rotavirus é Pentavalente, portanto atua na proteção contra 5 sorotipos diferentes de vírus e é feita em 3 doses, portanto confere mais proteção ao bebê.

As vacinas contra MENINGITE tem uma grande diferença, uma vez que na rede pública a vacina oferecida é somente contra a Meningite C enquanto na rede privada existe a disponibilidade da vacina contra meningite A, C, W, Y, fornecidas em uma aplicação (ACWY) e a vacina contra a meningite B. A importância destas vacinas reside no fato de que tem sido observado aumento na proporção de casos de doença meningocócica pelos sorotipos B e W em muitos países, inclusive o nosso.  Além disso, em muitos países o risco de infecção pelos tipos B, A, W e Y é maior que no Brasil, de modo que esta vacina se torna a melhor opção para viajantes.

A vacina Haemophilus tipo B é idêntica na rede pública e na rede particular, porém a diferença está em que na rede privada é oferecida uma dose a mais, garantindo ainda mais a proteção das crianças.

A vacina PNEUMCÓCICA (Pneumo 10 ou Pneumo 13). Na rede pública é fornecida a Pneumo 10, que protege contra 10 subtipos de pneumococos enquanto que a Pneumo 13, disponível somente na rede privada irá proteger contra 13 subtipos de pneumococos.

A vacina contra VARICELA (catapora) tanto da rede pública quanto da rede particular são iguais, porém na rede pública é oferecida apenas uma dose enquanto que na rede particular são oferecidas 2 doses o que confere maior proteção á criança.

A vacina contra a HEPATITE A também, tanto da rede pública quanto da rede particular são iguais, porém na rede pública é oferecida apenas uma dose enquanto que na rede particular são oferecidas 2 doses.

A vacina contra HPV é a quadrivalente tanto na rede pública quanto na privada, porém na rede pública está disponível para meninas de 9 a 13 anos e na rede privada, está disponível para meninas e mulheres de 9 a 45 anos e para meninos e homens de 9 a 26 anos.

A rede particular segue as recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Converse com seu médico, converse com a LABENE.

VACINA CONTRA O HPV – Querem impedir o uso

Noticiário recente divulgou que em Uberlândia o Ministério Público Federal ajuizou ação civil pública pedindo que a Justiça Federal proíba a rede pública de Saúde de aplicar a vacina contra o HPV em todo o território nacional.

Para esclarecimento dos nossos clientes, transcreveremos trechos de carta divulgada pela Sociedade Brasileira de Imunizaçõesdemonstrando tecnicamente a inexistência de elementos que possam dar sustentação à argumentação do MPF.

A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) vem reafirmar seu apoio à Campanha de Vacinação contra o HPV do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e se opõe à solicitação do Ministério Público Federal de proibir essa ação de utilidade pública.

A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) repudia veementemente a solicitação do Ministério Público Federal em Minas Gerais (MPF) para que a Justiça Federal proíba a oferta da vacina contra o HPV nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e anule os atos normativos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que dispõem sobre o imunobiológico. A ação põe em risco a saúde de milhares de brasileiras. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), anualmente, 5 mil mulheres morrem e outras 15 mil descobrem ter câncer de colo do útero no país. A relação entre o HPV e o câncer do colo do útero é hoje categórica e indiscutível, e sua demonstração foi, inclusive, motivo de prêmio Nobel para o alemão Harald zur Hausen. Hoje sabe-se que o HPV está relacionado a 99,7% dos casos.

As justificativas apresentadas no documento são, no mínimo, sem embasamento científico e não condizem com o histórico do MPF, instituição que sempre zelou — e certamente zelará — pela defesa dos interesses da sociedade. É difícil aceitar que uma medida dessa gravidade seja tomada com base na colocação de um único profissional que afirma ter visto inúmeros casos de danos neurológicos consequentes a aplicação da vacina, em total contradição com a experiência mundial e brasileira.

Importante salientar que a vacina HPV quadrivalente é aprovada em 133 países e faz parte de mais de 60 programas nacionais de imunizações em todo mundo. Nos países onde a cobertura vacinal foi maior que 50% da população alvo, observou-se 68% de redução da infecção pelos HPV 16 e 18, detectada a partir do primeiro ano após a introdução da vacina e 61% de redução das verrugas genitais em meninas de 13 a 19 anos.

…”

É de extrema importância que a população continue seguindo as orientações do Ministério da Saúde e da ANVISA, assim como as recomendações com fundamentação científica da SBIm.

Sempre existiu e sempre existirão manifestações contrárias à utilização de vacinas de um modo geral. Quando isto ocorrer lembrem-se das doenças que ou foram erradicadas ou estão sob controle em decorrência do uso das vacinas (varíola, paralisia infantil, etc).

A íntegra da carta da SBIm pode ser vista no seguinte endereço:

http://www.sbim.org.br/wp-content/uploads/2015/12/posicionamento-SBIm-frente-a-acao-do-MPF-18.12.15.pdf

Ou no site www.sbim.org.br

A Labene Clínica e Vacinas está sempre atenta para oferecer o que há de melhor.

Entrevista com o Dr. André Luis Ferreira dos Santos, Ginecologista e Presidente da SOGESP – Vale do Paraíba, que contempla as informações essenciais sobre a vacinação contra o HPV.

A Labene Clínica e Vacinas está à disposição para esclarecer suas dúvidas.

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Vacina anti HPV quadrivalente – agora até os 45 anos

A ANVISA estendeu a aprovação da vacina tetravalente anti HPV, que protege contra o câncer de colo de útero e condiloma para mulheres com idade entre 9 e 45 anos, ampliando desta forma a idade para proteção.

A Campanha de Vacinação Anti HPV/2015 que se iniciou em março, tem esta vacina oferecida pela Rede Pública de Saúde para meninas dos 9 aos 11 anos.

Lembrar que esta mesma vacina continua indicada para meninos e homens dos 9 aos 26 anos.

Converse com seu médico.

A LABENE Clínica e Vacinas está à disposição para ajudar no caso de dúvidas.

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