ACWY

Previne contra meningites e infecções generalizadas (doenças meningocócicas) causadas pela bactéria meningococo dos tipos A, C, W e Y. As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) indicam o uso rotineiro dessa vacina para crianças, adolescentes e adultos.

Para crianças, a imunização deve começar aos 3 meses de idade com duas doses no primeiro ano de vida e reforços aos 12 meses, 5 anos e 11 anos de idade. Para adolescentes que nunca receberam a vacina meningocócica conjugada quadrivalente – ACWY, são recomendadas duas doses com intervalo de cinco anos. Para adultos, dose única.

Esta vacina é encontrada apenas na rede privada. Na impossibilidade de usar a vacina ACWY, deve-se utilizar a vacina meningocócica C conjugada.

A administração da vacina meningocócica ACWY (conjugada) deve ser adiada em indivíduos que estejam com doença febril aguda. A presença de uma infecção menor não é uma contraindicação.

Existem diferenças entre as vacinas da rede pública e as da rede particular?

 Em primeiro lugar é necessário deixar muito claro que ambas são muito seguras e fornecem uma boa proteção imunológica. Porém, não são totalmente iguais, e as da rede particular fornecem mais benefícios individuais do que as da rede pública, conforme descreveremos a seguir.

As diferenças ocorrem porque cabe ao sistema público vacinar o indivíduo com foco na saúde coletiva enquanto cabe ao sistema privado vacinar o indivíduo com foco na proteção individual

A vacina TRÍPLICE BACTERIANA (difteria/coqueluche/tétano); na rede particular a vacina tem um formulação diferente daquela da rede pública e por isto provoca bem menos reações e com intensidade menor.

A vacina ROTAVÍRUS na rede pública é a monovalente, que protege apenas contra um sorotipo de Rotavirus, mas oferece proteção cruzada contra outro sorotipo e é dada em 2 doses, na rede privada a vacina Rotavirus é Pentavalente, portanto atua na proteção contra 5 sorotipos diferentes de vírus e é feita em 3 doses, portanto confere mais proteção ao bebê.

As vacinas contra MENINGITE tem uma grande diferença, uma vez que na rede pública a vacina oferecida é somente contra a Meningite C enquanto na rede privada existe a disponibilidade da vacina contra meningite A, C, W, Y, fornecidas em uma aplicação (ACWY) e a vacina contra a meningite B. A importância destas vacinas reside no fato de que tem sido observado aumento na proporção de casos de doença meningocócica pelos sorotipos B e W em muitos países, inclusive o nosso.  Além disso, em muitos países o risco de infecção pelos tipos B, A, W e Y é maior que no Brasil, de modo que esta vacina se torna a melhor opção para viajantes.

A vacina Haemophilus tipo B é idêntica na rede pública e na rede particular, porém a diferença está em que na rede privada é oferecida uma dose a mais, garantindo ainda mais a proteção das crianças.

A vacina PNEUMCÓCICA (Pneumo 10 ou Pneumo 13). Na rede pública é fornecida a Pneumo 10, que protege contra 10 subtipos de pneumococos enquanto que a Pneumo 13, disponível somente na rede privada irá proteger contra 13 subtipos de pneumococos.

A vacina contra VARICELA (catapora) tanto da rede pública quanto da rede particular são iguais, porém na rede pública é oferecida apenas uma dose enquanto que na rede particular são oferecidas 2 doses o que confere maior proteção á criança.

A vacina contra a HEPATITE A também, tanto da rede pública quanto da rede particular são iguais, porém na rede pública é oferecida apenas uma dose enquanto que na rede particular são oferecidas 2 doses.

A vacina contra HPV é a quadrivalente tanto na rede pública quanto na privada, porém na rede pública está disponível para meninas de 9 a 13 anos e na rede privada, está disponível para meninas e mulheres de 9 a 45 anos e para meninos e homens de 9 a 26 anos.

A rede particular segue as recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Converse com seu médico, converse com a LABENE.

MENINGITE E INVERNO

 

A meningite é uma inflamação que acomete as meninges, membranas que envolvem e protegem o cérebro, a medula espinhal e outras partes do sistema nervoso central.

É uma doença que habitualmente exige muita atenção, pois muitas vezes pode se apresentar em forma muito grave.

Há necessidade de se permanecer alerta no período de inverno, porque a meningite é transmitida pelas vias respiratórias como gotículas e secreções da naso e orofaringe (nariz e boca). Nos meses frios e secos, as pessoas tendem a se concentrar em ambientes fechados, o que facilita o contágio.

As meningites são causadas mais frequentemente por vírus ou bactérias, sendo que aquelas causadas por vírus tem uma evolução melhor, pois são menos agressivas, porém as bacterianas costumam ser mais graves.

A meningite viral apresenta sintomas parecidos com os da gripe como febre, dor de cabeça, mal estar e dores no corpo, cujo diagnóstico correto e precoce podem evitar complicações com o tratamento sintomático, já que não existe tratamento específico.

A meningite bacteriana é mais comumente causada pelas bactérias meningococos, pneumococos e hemófilos. Se não identificada com rapidez e tratada da forma correta pode deixar sequelas, uma vez que toda infecção que acomete o sistema nervoso central é considerada grave uma vez que pode causar danos como: paralisia motora, cegueira, surdez, demência, epilepsia.

Além disso, a infecção pelo meningococo (bactéria que frequentemente causa meningite) pode causar infecção generalizada.

Os sintomas mais habituais da meningite bacteriana são: febre alta, mal estar, vômitos, dor forte de cabeça e no pescoço, dificuldade para encostar o queixo no peito e, às vezes, manchas vermelhas espalhadas pelo corpo. Nos bebês, é importante atenção para a moleira, que fica elevada.

É importante que se diga que a meningite bacteriana é totalmente curável, porém para que se tenha um bom resultado no tratamento é fundamental que o diagnóstico seja feito o mais rápido possível e o tratamento iniciado de forma correta e em curto espaço de tempo.

O meio mais eficaz para se evitar a meningite é a vacinação. Hoje existem disponíveis vacinas contra os Meningococos tipo A, B, C, W e Y, Haemophylus influenzae b e Pneumococos, e estas vacinas podem ser feitas em crianças já a partir de 2 meses de idade e também em adolescentes e adultos.

É fundamental que os adultos se vacinem uma vez que eles são os principais transmissores da doença para as crianças. É cada vez mais comum conviver em aglomeração, como em festas. E os espaços fechados com acúmulo de pessoas são propícios para a transmissão de qualquer bactéria e vírus da meningite.

Previna-se contra a meningite, proteja sua família, proteja suas crianças. Converse com seu médico, converse com a LABENE.

 

MEU BEBÊ TEM 4 MESES – E AGORA?

 

Seu bebê está crescendo e ganhando peso e agora, com 4 meses está mais durinho. Já consegue ficar apoiado nos braços levantando a cabeça com mais facilidade.

Começa a fase dele se encantar com os movimentos dos dedos e ficar observando. É hora também de colocar os dedos na boca.

A socialização torna-se mais nítida, com o bebê reagindo quando chamam o seu nome, já começa a ter preferência por determinados brinquedos, reage quando vê a mamadeira ou o peito.

Tem início também a vocalização e o bebê se diverte ouvindo os próprios barulhos. Surgem as primeiras gargalhadas

Apesar de ele já estar grandinho a recomendação é que se mantenha ainda somente a amamentação com leite materno, ainda é cedo para qualquer aventura com alimentos sólidos. É nesta fase que as mães começam a se organizar para retornar ao trabalho o que acaba atrapalhando a amamentação. Peça orientação ao seu pediatra antes de mudar o hábito de alimentação do seu bebê.

Neste período começam a aparecer as primeiras palavras como “da-da”, “ma-ma”, porém o bebê ainda não consegue ligar estas palavrinhas a pessoas ou objetos.

Progressivamente a comunicação entre você e seu bebê aumenta. Ele responde aos seus estímulos com movimentos do corpo e com expressões faciais. É muito importante que você estimule seu bebê continuamente de forma que ele comece a perceber que você o entende. Converse muito com seu bebê isto fará com que ele tenha um desenvolvimento melhor.

Sempre que possível estimule para que ele se movimente, é uma fase boa para sair para passeios com o carrinho deixando o bebê sentadinho para observar tudo que está a sua volta.

Nesta fase, quando o bebê está deitado fica movimentando as pernas como se desse pontapés, que é um preparo das pernas para caminhar.

Quando colocado suspenso na horizontal, com a barriga para baixo, o bebê fará a extensão da cabeça e do tronco. Isto é um reflexo que vai se tornando mais forte até os 6 meses.

Nunca se esqueça que cada bebê se desenvolve de uma maneira seguindo seu próprio ritmo, estas são referências de uma etapa que seu bebê deverá alcançar ou agora ou em pouco tempo.

Aos quatro meses existem vacinas que devem ser aplicadas. As que são habitualmente aplicadas nesta idade são as vacinas Pentavalente, Rotavirus, Pneumocócica e Meningite ACWY ou Meningite C, preconizadas pela Sociedade Brasileira de Imunização e pela Sociedade Brasileira de Pediatria.

Lembre-se a vacinação é o meio mais seguro de se evitar uma série de doenças. Na dúvida sempre consulte o pediatra.

MEU BEBÊ TEM 3 MESES – E AGORA?     

Resultado de imagem para bebe 3 meses imagensA partir dos 3 meses os bebês começam a ter mais movimentos voluntários e até os 6 meses vão aprendendo a rolar. Aqueles mais ativos que adoram endireitar e arquear as costas tem uma propensão a rolar mais cedo do que os bebês menos ativos, que preferem ficar deitados e apreciar o que está acontecendo em volta, porém ambos os tipos de bebê estarão se preparando para o grande momento de rolar, oscilando lateralmente quando estão de barriga para baixo.

Por este fato aconselha-se que o bebê passe mais tempo no chão sobre uma manta para movimentar-se e brincar com ele mesmo. Se o bebê estiver em uma cadeirinha o dia todo ele não poderá treinar estes movimentos. Deixe seu bebê solto, sem nunca sair de perto.

O bebê livre poderá fazer pequenas flexões com os braços e com impulso conseguirá virar-se de costas e eventualmente poderá conseguir voltar á posição de barriga para baixo.

Nesta fase o bebê começa a sentar-se quando tem apoio com almofadas. Deixe-o assim por períodos curtos de tempo sem que ele caia para frente ou para o lado para que ele comece a se habituar com o novo ângulo de visão por causa da posição sentada. Deixe-o um pouco sentado num carrinho de passeio ou ao seu lado no sofá.

Nunca se esqueça que cada bebê se desenvolve de uma maneira seguindo seu próprio ritmo, estas são referências de uma etapa que seu bebê deverá alcançar ou agora ou em pouco tempo.

Nesta fase o bebê começa a reconhecer visualmente a mamãe. Antes a identificação era realizada pelo cheiro e pela voz. Ele começa a olhar de fato para as pessoas, balbucia e tem uma maior participação com o que ocorre ao seu redor.

Os reflexos automáticos começam a desaparecer e começam os movimentos dependentes da própria vontade, demonstrando o controle cerebral do bebê. Começa a capacidade de segurar pequenos brinquedos, observar as mãos e os pés, observar os movimentos de quem está ao redor e parar de fazer o que está fazendo quando ouve algum barulho.

Nesta fase começa a ocorrer uma redução na velocidade do ganho de peso. Isto pode deixar as mães preocupadas e querendo modificar a alimentação do bebê. Nunca faça isto sem antes consultar o pediatra.

O bebê nos primeiros meses ganha em média 25 a 30 gramas por dia, porém, após os 3 meses ele naturalmente vai começar a ganhar peso mais devagar. O peso de um bebê com um ano deve ser em média 9 kg, peso este que é considerado saudável. Acima disso é necessário atenção para que seu bebê não inicie um processo de obesidade infantil. Siga aquilo que seu pediatra orientar.

Aos três meses existem vacinas que devem ser aplicadas. As que são habitualmente aplicadas nesta idade são as vacinas contra a meningite.

As preconizadas pela Sociedade Brasileira de Imunização e pela Sociedade Brasileira de Pediatria e disponíveis na rede privada são as chamadas Meningocócica ACWY (contra 4 tipos de meningococos) e a Meningocócica B (específica contra o meningococo do tipo B).

O Calendário Nacional de Imunizações determinado pelo Programa Nacional de Imunizações preconiza a vacina Meningocócica C conjugada (específica contra o meningococo do tipo C), que existe disponível na rede pública.

Converse com o pediatra, converse com a Labene.

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