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No dia 02 de maio, a médica pediatra, imunologista e alergista Dra. Claudia Lobo Cesar, da Labene Clínica e Vacinas @labenevacinas, participou de uma live sobre Maus Tratos na Infância junto com a psicóloga Rachel Cesar @setting_terapeutico, mestre em Psicologia do Desenvolvimento, que falou diretamente de Portugal.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

As duas profissionais explicaram como identificar os sinais de maus tratos nas crianças e ressaltaram as consequências disso ao longo do desenvolvimento.⠀⠀⠀⠀

Para quem perdeu a live ou tem interesse no assunto, ela está gravada no canal do Setting Terapêutico no Youtube. Confiram!

Parte I: https://www.youtube.com/watch?v=aTiwiuqe6FA

Parte II: https://www.youtube.com/watch?v=lzoTyDAcClw

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Novos casos de coronavírus (Covid-19) surgem a cada dia e, aos poucos, vão mudando os hábitos de trabalho, vida social e, também, a rotina das crianças. É muito difícil que os pequenos já não tenham ouvido falar na doença, afinal, esse assunto é o mais discutido atualmente. Sendo assim, é importante que os pais conversem com os filhos para tirar suas dúvidas e diminuir possíveis medos e ansiedade.

Para garantir que as crianças recebam informações seguras, o prof. Dr. Clayton Macedo e a acadêmica de Medicina Sofia Macedo prepararam essas dicas de como falar com os filhos sobre o coronavírus.

*Facebook: Clínica de Endocrinologia Prof. Dr. Clayton Macedo.

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A organização Mundial de Saúde definiu o mês de agosto para conscientização da importância da amamentação uma vez que o leite materno é considerado o alimento padrão ouro quando dado de forma exclusiva para bebes até 6 meses e complementado por outros alimentos. Na campanha deste ano está sendo priorizado o apoio do Pai na amamentação, sendo assim a Dra. Cláudia, pediatra da Labene, gravou um vídeo explicando sobre a importância do aleitamento e a ajuda dos papais. Dá uma olhada no nosso Canal do Youtube!!
https://youtu.be/4_mZSGX369E

Ele sacia a fome e impulsiona o viver, conhecido como Ouro Liquido. É, naturalmente, indispensável nos primeiros momentos da existência. Assim é o leite materno: a base da vida. A recomendação mundial é de que o aleitamento deve ser exclusivo até o 6 meses e complementado com adição de alimentos variados até os 2 anos ou mais. Afinal, amamentar é um ato de amor sem limites!

 

Gostaria de deixar aqui algumas reflexões como pediatra.

 A medicina apresentou uma evolução muito grande nos últimos anos, com novas tecnologias, possibilidade de diagnósticos mais precisos, mais individualizados. Não para descobrir a doença em si, mas a doença daquele paciente em questão, e com isso melhorar também a terapêutica individualizada (Medicina de precisão).

Já se fala inclusive em telemedicina, incluindo atendimento a distância. Mas na verdade o que me assusta é como ficará o atendimento humanizado, a historia clinica tirada olhando a expressão de cada gesto ao responder uma pergunta feita. Muitas vezes o paciente, no meu caso a criança e até mesmo os pais, só precisam de um acolhimento, uma explicação sobre o significado daquele sintomas do seu filhinho, saber se aquele comportamento que esta apresentando é normal ou não. Até mesmo as crianças maiores, e os adolescentes precisam apenas serem ouvidos ou de um conselho.

Muitas vezes o remédio é apenas o apoio e o acolhimento.

Vou sempre estudar, frequentar congressos para estar por dentro das novas tecnologias, mas nunca vou deixar de acolher minha criança, observá-la brincando, falando, se comunicando, acompanhando seu crescimento e desenvolvimento, não só físico mas também desenvolvimento emocional, social e adaptativo.

A consulta presencial para mim, continua sendo e sempre será a melhor forma de diagnóstico e tratamento, acolhendo, observando e dando apoio nos momentos difíceis e brindando com eles a superação de uma doença física ou mental.

Muito obrigada aos meus colegas, não só pela confiança no meu trabalho, mas também por compartilhar seus conhecimentos nos casos difíceis. Muito obrigada a vocês meus pacientes, pais e minhas lindas crianças, por me ajudarem a crescer no meu trabalho. Descontando os dias em que não consegui responder os seus problemas, pelos esquecimentos não propositais de alguns retornos nas ligações e mensagens. Obrigada por me deixar apertar as perninhas e bochechas dos meus bebês, coloca-los no colo, dividindo comigo seus bens mais preciosos.

Apesar do cansaço, de acordar cedo e dormir tarde, das noites mal dormidas, dos finais de semana longe dos meus familiares e amigos para participar de congressos e cursos, e das fomes por não ter tempo de comer, jamais escolheria outra profissão, pois amo e SEMPRE amarei ser Pediatra.

Parabéns a todos meus colegas.

Dra. Claudia Lobo Cesar

Na cidade de São Paulo já temos um surto de sarampo acontecendo durante este ano de 2019, já são 32 casos confirmados e 147 casos notificados. Antes disso não houve registro nos últimos 4 anos. Além da capital, também há registros em Santos, Santo André, Guarulhos, Osasco, Jales e Sorocaba.

Até o final do ano de 1970, o sarampo era a doença infectocontagiosa responsável pelo maior número de óbitos . Nos anos seguintes com o aumento da cobertura vacinal, melhoria da assistencia médica as crianças com complicações pós-sarampo e com o início de campanhas nacionais para erradicação da doença, que teve início no ano de 1992, houve uma queda significativa dos casos de sarampo.

Em setembro de 2016, o Comitê Internacional de Especialistas responsável pela verificação da eliminação do sarampo, rubéola e síndrome da rubéola congênita nas Américas, declarou a eliminação da circulação do vírus do sarampo na região das Américas.

Em 2017 foram notificados alguns casos (541) suspeitos porém nenhum confirmado, mas em 2018 o Brasil enfrentou surtos de sarampo em 9 estados, totalizando em torno de 1.742 casos confirmados.

A única forma de prevenir a doença é a vacinação. Faço um apelo a vocês país para prestarem atenção na carteira de vacina dos seus filhos e na de vocês também. Se tiverem dúvidas levem a carteira de vacina no posto mais próximo de sua casa ou para o médico da família.

O ministerio da saúde recomenda a vacina:

– Tríplice viral (sarampo/cachumba/rubéola) aos 12 meses.

– Entre os 15 meses e 2 anos: a segunda dose geralmente junto com a primeira dose da vacina da varicela (catapora) chamada de tetraviral.

– Crianças maiores, adolescentes e adultos não vacinados: duas doses com intervalo mínimo de um a dois meses entre elas.

– Quando a vacina é dada até 72hs após o contágio, pode abortar a evolução da doença ou minimizar suas manifestações clínicas.

A vacina é contra indicada para gestantes e bebês menores do que 6 meses ou para aqueles que estão com suspeita de sarampo e ainda para pessoas com problemas no seu sistema de defesa (imunodepressão primária ou secundária) , ou em uso de corticosteroide em dose pequena por pelo menos 15 dias e, em pessoas com histórico de reações anafiláticas após a primeira dose.

O sarampo e uma doença infecciosa aguda viral, extremamente contagiosa. A transmissão ocorre de forma direta por meio das secreções do nariz e boca expelidas ao espirrar, tossir, falar ou até mesmo respirar. Também de forma indireta por dispersão de aerossóis com particulas virais no ar em ambientes fechados.

A transmissão ocorre em torno de 5 dias antes do surgimento das manchas vermelhas (exantema) e pode durar até 4 a 5 dias após o desaparecimento da mesma. Os pacientes devem ficar afastado de suas atividades por até 7 dias após o aparecimento das manchas vermelhas.

Os bebês de até 9 meses geralmente estão protegidos pelos anticorpos da mãe, ainda presente nesta faixa etária.

Com relação ao quadro clínico, primeiro surge a febre que gralmente é alta, acompanhada de tosse, coriza e uma conjuntivite não purulenta. 3 a 5 dias após o início desses sintomas sugem as manchas vermelhas no corpo (exantema) e é quando se acentuam os sintomas. As machas começam atrás da orelha e na linha do cabelo e vão se expalhando para o resto do corpo, braços e pernas, e aí da palma das mãos e planta dos pés e pode durar de 5 a 6 dias. 1 a 2 dias antes do exantema podem aparecer pequenas manchas de cor de cor azul-esbranquiçadas na parte interna das bochechas (chama manchas de koplik) . Nesta fase já ocorre um comprometimento maior do estado geral e é quando podem ocorrer as complicações bacterianas como: otite, laringotraqueobronquite, diarréia, pneumonia e complicações graves como cegueira, pneumonia e encefalite viral (inflamação no cérebro) – podendo levar ao óbito.

Após essa fase mais aguda os sintomas começam a melhorar, as manchinhas vermelhas vão ficando mais escurecidas e surge uma descamação fina na pele.

Ocorre muita dificuldade de reconhecer está doença pois ela já estava erradicada no Brasil e pode ser confundida com outras infecções que cursam com manchas vermelhas na pele. O diagnóstico se faz através da sorologia em amostras de de soro ou detecção viral de secreção de nasofaringe e urina e também pode ser feito pela cultura.

Não existe medicação específica para o tratamento, sendo apenas sintomático para alívio dos sintomas, como hidratação, analgésico e suporte nutricional. Antibióticos são contra indicados e só serão indicados se houver uma complicação bacteriana secundária com infecção de ouvido ou pneumonia bacteriana por exemplo.

Todas as crianças devem receber 2 doses de vitamina A e em adultos depende da avaliação do médico que está acompanhando o caso.

Espero ter ajudado.

Até breve.

Dra. Cláudia Lobo Cesar

Uma pesquisa recente do King’s College (Londres), feita com mais de 125 mil crianças e adolescentes entre 6 e 19 anos, mostrou que o uso do celular à noite piora a qualidade do sono, causa obesidade e até depressão. A luz das telas diminui a produção de melatonina, hormônio que faz a gente ter vontade de dormir. Portanto, esse é um daqueles momentos em que você precisa criar regras: nada de telas (no mínimo uma hora) antes de deitar. De preferência, não coloque uma TV no quarto do seu filho e jamais permita que ele leve seus gadgets para a cama. Essa também é uma maneira de unir a família. Pense nisso e coloque em prática, com certeza você irá colher bons resultados.

Nós 6 primeiros meses o bebê sofre muito com as alterações de temperatura. Isso ocorre porque na barriga da mãe, ele fica envolto pelo liquido amniótico, que dentre outras funções ajuda a manter a temperatura adequada dentro do útero. Ao nascer, o bebê estranha a mudança térmica bruta. Por isso, é importante ficar atento a todos os detalhes como roupas, banho e saídas nesse período para garantir que seu filho fique bem quentinho nos dias frios.

Como os bebês perdem muito calor nas extremidades, mãos, pés e couro cabeludo ficam mais gelados. Portanto, ao sair, coloque na criança luvas, meias e gorros. A melhor opção é vestir o bebê em camadas. Você pode colocar um body por baixo, uma calça e um macacão por cima. Opte por aquelas de algodão, pois a lã pode dar alergia e ressecar a pele, e o náilon não é adequado para baixas temperaturas.

Nada de cobrir seu filho com cobertor, manta ou edredom para evitar sufocação. Se estiver muito frio, você pode recorrer aos sacos de dormir, eles são uma espécie de saco mesmo com a parte de cima parecendo uma regata e têm um zíper na frente para fechar, o que facilita a troca da fralda durante a noite.

Os cuidados da família aquecem o corpo e coração!!

Labene, de olho no seu bem-estar!

Em comemoração ao Dia da Imunização (09/06) a Labene promoverá sábado, dia 8/06, uma campanha com 40% de desconto para se vacinar contra a Influenza. Nosso atendimento será das 9h às 12h. Seja diferente, não deixe para a última hora, venha cuidar do seu maior patrimônio: a saúde!

No Brasil, cerca de 8% das crianças e 3% dos adultos têm alergia alimentar, tendo como principais alérgenos leite de vaca, ovos, amendoim, soja, peixes e frutos do mar e nozes.

O padrão de alergia muda conforme o país ou região, já que a reação vai de acordo com o que se come. No Japão alergia a arroz é frequente, e na Escandinávia, a alergia a bacalhau é comum. O tratamento principal, na maioria dos casos, é evitar o alimento que causa reação.

Leite e derivados são os maiores causadores de alergia no Brasil – basicamente por causa das proteínas caseína, alfa-lactoalbumina e beta-lactoglobulina. Em geral, até os 5 anos de idade a criança passa a tolerá-los. Enquanto isso, é importante contar com acompanhamento para ajustar a dieta e não sofrer com a ausência de cálcio, vital para os ossos.

A maioria das reações ocorre devido à sensibilidade a apenas um ou dois alimentos. Pacientes portadores de alergia a três ou mais alimentos diferentes são raros. A síndrome alérgica oral é de início rápido, com prurido e desconforto nos lábios, língua e orofaringe, podendo haver sensação de aperto em orofaringe e angioedema (inchaço no rosto). Alguns pacientes apresentam vômitos de início súbito, bem como diarreia e dor abdominal. A alergia alimentar é responsável por 50% dos casos de anafilaxia, com hipotensão, disritmia cardíaca e comprometimento respiratório.

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