Alergia alimentar

No Brasil, cerca de 8% das crianças e 3% dos adultos têm alergia alimentar, tendo como principais alérgenos leite de vaca, ovos, amendoim, soja, peixes e frutos do mar e nozes.

O padrão de alergia muda conforme o país ou região, já que a reação vai de acordo com o que se come. No Japão alergia a arroz é frequente, e na Escandinávia, a alergia a bacalhau é comum. O tratamento principal, na maioria dos casos, é evitar o alimento que causa reação.

Leite e derivados são os maiores causadores de alergia no Brasil – basicamente por causa das proteínas caseína, alfa-lactoalbumina e beta-lactoglobulina. Em geral, até os 5 anos de idade a criança passa a tolerá-los. Enquanto isso, é importante contar com acompanhamento para ajustar a dieta e não sofrer com a ausência de cálcio, vital para os ossos.

A maioria das reações ocorre devido à sensibilidade a apenas um ou dois alimentos. Pacientes portadores de alergia a três ou mais alimentos diferentes são raros. A síndrome alérgica oral é de início rápido, com prurido e desconforto nos lábios, língua e orofaringe, podendo haver sensação de aperto em orofaringe e angioedema (inchaço no rosto). Alguns pacientes apresentam vômitos de início súbito, bem como diarreia e dor abdominal. A alergia alimentar é responsável por 50% dos casos de anafilaxia, com hipotensão, disritmia cardíaca e comprometimento respiratório.

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