PERDA AUDITIVA E PERDA DE MEMÓRIA

PERDA AUDITIVA E PERDA DE MEMÓRIA

 

As pessoas com perda auditiva, quando indicado o uso de aparelhos auditivos, em geral não questionam e fazem uso deles o dia inteiro, todos os dias e preocupam-se apenas com a troca das baterias e o bom funcionamento dos aparelhos.

Normalmente não se referem a eles como sendo algo negativo. Eles as fazem escutar melhor e é isto que importa. A surdez na terceira idade é algo de difícil reconhecimento e aceitação para grande parte dos pacientes.

É crescente o numero de estudos que relacionam a presença de perda auditiva a um maior risco de problemas cognitivos, maior atrofia cerebral e risco aumentado de demência (Frank Lin, M.D., Ph.D. – Johns Hopkins Medicine)  ou depressão.

Estudos realizados pelo Johns Hopkins e o Instituto Nacional Americano de Envelhecimento demonstram que “pessoas idosas com perda auditiva tem uma maior tendência para desenvolver demência do que aquelas que tem sua capacidade auditiva mantida”.

Portanto, além da tendência ao maior isolamento, que prejudica o contato familiar e social, a diminuição dos estímulos cerebrais causados pela surdez seria mais um “golpe” no cérebro desses pacientes.

A diminuição dos estímulos auditivos afetaria enormemente não só as áreas responsáveis pelo processamento sonoro e de linguagem – os giros superior, médio e inferior do lobo temporal (esses dois últimos também implicados no aparecimento do mal de Alzheimer) – mas o cérebro como um todo. A privação sonora poderia acelerar a perda de massa encefálica em mais de um centímetro cúbico por ano, em comparação com os idosos com audição normal.

Não podemos mais considerar apenas “uma opção” o uso de aparelhos auditivos ou implantes cocleares em pacientes idosos com perda de audição.

Para familiares e amigos de pacientes nessa situação, a postura deve ser de colaboração, informação e estímulo para que procurem ajuda especializada. Mais do que faze-los ouvir mais e melhor, tal cenário nos coloca diante da chance de praticar a melhor medicina: a preventiva.

Pelo que tudo indica que tratar a surdez em idosos – com aparelhos auditivos, implantes cocleares e as terapias fonoaudiológicas adaptadas a cada caso – pode ajudar a manter o cérebro em dia por muito mais tempo.

É fundamental que os familiares tomem a iniciativa de encaminhar o idoso para uma avaliação adequada e, se necessário, a correção devida.

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A LABENE, em parceria com a Starkey tem disponíveis os aparelhos auditivos que atendem à necessidade de cada paciente.

A Starkey é a única empresa de origem e direção americana provedora de soluções para audição.

Além da linha de aparelhos auditivos invisíveis, líderes de mercado, também já disponibilizou o SurfLink®Mobile, que faz das conversações ao celular sem o uso das mãos uma realidade para os usuários de aparelhos auditivos.

 

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